Há pouco tempo fui apresentada por meu querido Leonardo Rosa a uma artista espetacular e irreverente.



Grace Jones, uma cantora que foi modelo em sua juventude, nascida no dia 19 de maio de 1948, que estourou no mundo da música, com os ritmos Disco e Dance no álbum Portfolio, gravado no ano de 1977, e depois gravou mais dois álbuns que foram um grande sucesso na época, Fame (1978) e Muse (1979).

No final dos anos 70 Jones decidiu ingressar com o ritmo New Wave e criar seu próprio estilo.

Algumas músicas de Grace Jones fizeram parte de novelas brasileiras, como por exemplo "That's The Trouble" que fez parte da trilha de Locomotivas, de 1977; "I Need a Man", de Sem Lenço, Sem Documento (1977/1978); em 1978, "La Vie En Rose" foi hit em O Pulo do Gato, e é uma de suas músicas mais conhecidas, e "Do Or Die" fez parte da trilha internacional da novela Pecado Rasgado.




Ao mesmo tempo que se desenvolvia em sua carreira musical, Grace Jones transformava seu visual que foi criado em parceria com o estilista Jean-Paul Goude, com quem ela se casou e teve um filhoJones adotou um look severo e andrógino, com um corte de cabelo em formato quadrado e roupas acolchoadas. As capas icônicas de Nightclubbing e, em seguida, Slave To The Rhythm (1985) exemplificaram essa nova identidade. Até hoje, Grace Jones é conhecida pelo seu look único tanto quanto pela sua música.




O visual masculino de Grace Jones, que inclui vestimentas, maneiras e estatura (1,79m), foi uma grande influência no movimento "power dressing" dos anos 80. Ela também exemplificou o corte de cabelo em "caixa" dos anos 70, que seria usado em seguida por muitos negros da América na próxima década. Ela manteve uma carreira de atriz em paralelo com a sua música. Sua forte presença e visual foram levados ao seu trabalho de palco rapidamente: suas performances mostraram diversas personagens com roupas peculiares e forte atitude. 


Em 2000, Grace Jones gravou The Perfect Crime, uma canção up-tempo para o Danish TV, escrita pelo compositor Floppy M. No dia 20 de Outubro de 2006, o CD triplo Ultimate Collection foi lançado na Europa pela CCM, em uma edição limitada. No dia 3 de Novembro do mesmo ano, Jones compareceu a uma reunião de pessoas que compartilhavam do mesmo sobrenome, cantando Slave To The Rhythm e Pull Up To The Bumper.
Embora seu último álbum de estúdio tenha saído em 1989, Grace Jones nunca deixou de se apresentar ao vivo. Prefere seguir o estilo underground em seus shows, sem grandes divulgações, o que coloca seus fãs em uma "emocionante caçada". 



Bom meninas, é isso, é sempre bom falar e conhecer um pouco mais dessas pessoas que revolucionaram o estilo no seu tempo. 

Espero que tenham gostado, não se esqueçam de deixar seu comentário.

Beijo Beijo :*








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